terça-feira, 25 de agosto de 2015

9º encontro 21/07/2015 Sombras

É impressionante ver as formas que as sombras adquirem ao longo de um contexto artístico, usando apenas um jogo de luzes e nosso corpo. Através de um reflexo vemos a nossa sobra se transformando e adquirindo vida, tudo projetado sobre um pano branco que nos serve de palco para que possamos nos expressar através do nosso corpo.
Eu mim diverti muito vendo a minha forma, mim vendo de uma maneira diferente, que por mais que não fosse igual, ela era minha. Por ela eu via meus movimentos, minha silhueta, algo nosso que vem sequer olhamos no nosso dia a dia.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

8º encontro 14/07/2015 Bate bola sobre o componente

“Quando falamos de experiências do sensível, Qual a primeira palavra que vem a sua cabeça e por que?”

Bem a primeira palavra que vem a minha cabeça é humanidade: acredito que este componente trabalha o nosso lado mais humano através de detalhe simples que costumamos não observar no nosso dia a dia. Acho bem legal o componente experiências do sensível pois ultimamente temos pessoas frias que não reparam ao seu redor, as pessoas, os ambientes, os problemas. Precisamos de cidadãos mais humanizados, que se preocupem com as problemáticas da sociedade, e que através do conhecimento busque a melhoria do lugar em que vive.

5º, 6º, 7º encontros (23 - 30/06 e 07-07)/2015 Sons

Estamos a todo momento rodeados de sons. Barulhos, ruído, melodias, uns mais altos outros mais baixos, sustos, alertas, buzinas, se pararmos para observar o som é uma parte fundamental da nossa vivencia podemos emitir e escutar sons e assim nos comunicamos basicamente
Tivemos três aulas sobre o som, e nessas aulas pude mim atentar aos sons que escuto no meu cotidiano e principalmente imaginar o meu cotidiano sem som algum, as pessoas ficam a todo momento buscando pelo silencio absoluto mas se pararmos pra pensar com atenção, isso é praticamente impossível já que estamos a todo momento emitindo sons, se prestar atenção você escutará seu coração, sua respiração, assim como o ar, o som é nosso eterno companheiro. 

Mas e no caso das pessoas com deficiência auditiva? Imagine viver no silêncio, não escutar os timbres das pessoas, uma música, escutar os sons que mundo produz. Como é viver num mundo em que você não fala a língua nativa? O pior é que neste caso não há como aprender a língua pois estamos falando de uma deficiência auditiva. E o problema não se estende só a comunicação pois com os relatos que tivemos em sala de aula podemos analisar que nós não temos o mínimo de infra estrutura para atender a um deficiente auditivo, tanto como pessoas individuais ou como sociedade, nos preocupamos com nossos problemas e esquecemos de olhar o outro, ou nesse caso de escutar o outro, mesmo que seja de maneira diferente.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

4º encontro 16/06/2015 Folha

                A atividade consistia em escolher uma folha e analisar seu formato sua nervuras e seus movimentos. Escolhi uma folha de trevo de três folhas pois elas juntas formavam uma pirâmide que cobria e protegia a folha. Percebi que com o calor do sol as folhas se esticavam e abriam como se fosse uma flor. imagine três folhas numa planta, é bonito pensar que havia uma coletividade na organização das folhas para a sobrevivência das plantas, caso uma folha seja arrancada a planta ficara desprotegida e perdera parte da sua capacidade para captação de luz e nutrição da mesma. Como imaginar que uma simples folha poderia fazer tanta diferença e ter tamanha importância para um ser vivo. Logo em seguida fizemos uma dança da folha que tinha por objetivo demonstrar os movimentos das folhas. Achei a aula bem legal e conseguiu quebrar a timidez dos alunos.