sábado, 13 de junho de 2015

3º encontro 09/06/2015 Água

O nosso terceiro encontro nos fez refletir sobre a água. Quais benefícios ela nós trás? qual a importância da água no mundo? Qual a importância da água para a vida no planeta? Será que haveria vida no planeta se a água não existisse? Questões que não pensamos em nosso cotidiano, talvez por estarmos sempre apressados, preocupados com nossos problemas, nosso futuro. Mas e a água? ela não é problema nosso? ela também não é parte do nosso futuro? o simples fato de ingerirmos água regularmente nos torna mais saldáveis! mas e você, já parou pra pensar na quantidade de água que você bebe por dia? eu mim assustei com essa pergunta tão simples mas tão agressiva pois eu verdadeiramente nunca parei pra pensar nessa questão!
Colocamos em pratica nossas habilidades em grupos diferentes onde desenvolvemos conteúdos diversos. Usando ates, ciências, técnicas, estudo, tudo foi usado para se falar sobre água. No grupo em que estava. Todos chegaram num consenso para desenvolvermos uma dramatização sobre o que fazemos atualmente com a água e o que essas ações nos trará. O tempo foi nosso pior inimigo pois desenvolver uma apresentação nesse curto período, não foi fácil, mas acredito que todos conseguiram capitar nossa intenção.
As demais apresentações dos grupos foi fundamental para termos uma noção da importância da água para nós, pois praticamente tudo o que vemos comemos e fazemos tem por traz o uso da água, os grupos partiram em áreas diferente e fazendo um belíssimo trabalho bem diversificado. Acredito que o objetivo do trabalho de sensibilização com água foi alcançado! 


segunda-feira, 8 de junho de 2015

2º encontro 02/06/2015 Terra

       A atividade do segundo encontro teve por objetivo montar um arranjo que representasse você e o grupo de pessoas no qual você se encontrava, usando para isso uma mistura de terras que foram tragos pelos seus colegas.
Havia na sala uma grande mesa de terras, de todos os tipos e lugares uma verdadeira aquarela de terras. Percebi no início uma grande dificuldades dos grupos em sintetizar as ideias, pois era preciso fazer uma representação de todos em um único arranjo. Por chegar atrasado acabei por fazer sozinho e consegui fazer um lindo desenho usando cola, terra e papel de uma flor que sintetizava a minha infância. Como terminei mais cedo parei então para observar meus colegas que buscavam pontos em comum acordo com os colegas, outros tentavam criar várias formas diferentes que representasse cada um do grupo. Realmente uma atividade bem difícil, representar uma pessoa a partir de um arranjo de terra, algo bem complicado já que somos voláteis, mudamos o tempo todo, pensamos de formas diferente e nos renovamos a cada instante.
Acredito que no fim a missão foi cumprida, os arranjos representavam bem cada grupo, as características eram únicas em cada desenho. Mas era possível ver em todos a busca de um futuro melhor, o apoio que todos encontravam em casa na necessidade de fazer vários sacrifícios para chegar a uma universidade e a forma como o passado ainda atua em nossas vidas. Estes talvez sejam os pontos que todos temos em comum, diferentes historias com o mesmo destino. Talvez o trabalho sirva para reafirmar que apesar de toda diferença, ainda somos iguais.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Reflexão sobre o Primeiro Encontro

O primeiro encontro foi fundamental para socialização da classe, pois nesta aula foi possível ver o interior de cada pessoa, cada um se expôs verdadeiramente falando sobre desejos, vontades, até mesmo seu passado, alegrias e tristezas. É impressionante ver como um punhado de terra pode trazer tantas recordações, cada grão de areia na sala de aula continha uma história diferente. Para escrever sobre a terra era preciso ir além, buscar na sua memória a história da terra usar a imaginação para desenvolver seu texto. 

1º Encontro - Dia 26/05/2015 Terra

A primeira atividade tinha por objetivo
 "Levar um pouco de terra de um ambiente especial para você".

  A minha terra tirei de um lugar especial, o local onde a treze anos atrás plantei um pé de Camélia, arbusto de beleza extraordinária que se enche de flores brancas, a atração principal do meu jardim. E essa terra cheia de vida sustentou uma beleza capaz de atrair as borboletas que bailavam com os beija-flores no céu, compondo a vista da minha janela. Sustentados por um pouco de terra! 
Meu lugar, um espaço só meu, onde eu sentia a natureza viva em plena desordem da cidade. No meu jardim não havia feriados, mas sempre comemorávamos a chegada de uma nova data, debaixo do pé de camélia o presépio não faltava, estava sempre acompanhadas pelas bolas douradas e pequenos enfeites feitos por mim mesmo que ficavam mais lindos sobre as pequenas luzes de natal, a composição perfeita para chamar atenção de todos que passavam pela rua. 
Anos após ano, dia após dia nada nunca era igual o jardim estava sempre maior, novas flores sempre vinham tudo era minha alegria, compactados num espaço de 2 por 2 sobre um chão de cimento que foi especialmente quebrado pra colocar meu pé de camélia.  

Porém, mesmo num jardim nem tudo são flores, afinal mexemos com vida e toda vida tem um prazo, meu pé de camélia foi murchando e junto com ele meu jardim, retiraram de mim um amigo de treze anos, levaram com ele as borboletas e os beija flores. Levaram com eles minha alegria da manhã. No chão de cimento restou apenas um buraco, de onde tirei um punhado de terra que sustentou por anos o meu jardim.