A atividade
do segundo encontro teve por objetivo montar um arranjo que representasse você
e o grupo de pessoas no qual você se encontrava, usando para isso uma mistura
de terras que foram tragos pelos seus colegas.
Havia na
sala uma grande mesa de terras, de todos os tipos e lugares uma verdadeira
aquarela de terras. Percebi no início uma grande dificuldades dos grupos em
sintetizar as ideias, pois era preciso fazer uma representação de todos em um
único arranjo. Por chegar atrasado acabei por fazer sozinho e consegui fazer um
lindo desenho usando cola, terra e papel de uma flor que sintetizava a minha infância.
Como terminei mais cedo parei então para observar meus colegas que buscavam
pontos em comum acordo com os colegas, outros tentavam criar várias formas
diferentes que representasse cada um do grupo. Realmente uma atividade bem
difícil, representar uma pessoa a partir de um arranjo de terra, algo bem
complicado já que somos voláteis, mudamos o tempo todo, pensamos de formas
diferente e nos renovamos a cada instante.
Acredito que
no fim a missão foi cumprida, os arranjos representavam bem cada grupo, as
características eram únicas em cada desenho. Mas era possível ver em todos a
busca de um futuro melhor, o apoio que todos encontravam em casa na necessidade
de fazer vários sacrifícios para chegar a uma universidade e a forma como o
passado ainda atua em nossas vidas. Estes talvez sejam os pontos que todos
temos em comum, diferentes historias com o mesmo destino. Talvez o trabalho
sirva para reafirmar que apesar de toda diferença, ainda somos iguais.
Havia na
sala uma grande mesa de terras, de todos os tipos e lugares uma verdadeira
aquarela de terras. Percebi no início uma grande dificuldades dos grupos em
sintetizar as ideias, pois era preciso fazer uma representação de todos em um
único arranjo. Por chegar atrasado acabei por fazer sozinho e consegui fazer um
lindo desenho usando cola, terra e papel de uma flor que sintetizava a minha infância.
Como terminei mais cedo parei então para observar meus colegas que buscavam
pontos em comum acordo com os colegas, outros tentavam criar várias formas
diferentes que representasse cada um do grupo. Realmente uma atividade bem
difícil, representar uma pessoa a partir de um arranjo de terra, algo bem
complicado já que somos voláteis, mudamos o tempo todo, pensamos de formas
diferente e nos renovamos a cada instante.
Acredito que
no fim a missão foi cumprida, os arranjos representavam bem cada grupo, as
características eram únicas em cada desenho. Mas era possível ver em todos a
busca de um futuro melhor, o apoio que todos encontravam em casa na necessidade
de fazer vários sacrifícios para chegar a uma universidade e a forma como o
passado ainda atua em nossas vidas. Estes talvez sejam os pontos que todos
temos em comum, diferentes historias com o mesmo destino. Talvez o trabalho
sirva para reafirmar que apesar de toda diferença, ainda somos iguais.
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